24 de junho de 2021
Dia de ir para Veneza. Pegamos o trem às 7h20 na estação de Bolonha, plataforma 9. O bilhete de ida e volta para a cidade das gôndolas custou cerca de 25,80 euros - ida e volta. A ida demorou em torno de 2h10. Havia opções mais rápidas, mas também mais caras. Chegamos a Veneza às 9h30 - dica: levem um casaquinho, pois o ar condicionado é muito frio. Nossa volta estava marcada para as 18h40 e havia muito que andar e conhecer. Tal como em Bolonha, na saída da estação tinha uma tenda da Cruz Vermelha para realização de testes de Covid-19 gratuitamente - mas fiquem atentos, são realizados somente 300 testes por dia. Não é necessário fazer o teste para "entrar" em Veneza.
Debaixo de um calor infernal, começamos o nosso passeio pelas ruas, vielas e pontes de Veneza, plenas de cafés, restaurantes, mercados, lojinhas dos mais variados tipos, sobretudo de recordações, de forma muito clara desde o início, uma cidade voltada intensamente e diríamos, quase exclusivamente, para o turismo. Paramos numa lanchonete para tomar café e hidratar, gastando apenas num café e numa água 5 euros, percebemos logo em seguida que a cidade conta com múltiplas bicas de água espalhadas onde pudemos encher de graça a garrafa novamente. Compramos um chapéu-panamá numa das intermináveis bancas de souvenirs no valor de 10 euros - dica: não compre nenhum artigo desses logo nas lojinhas na chegada da cidade, ande mais, pesquise e pechinche. Continuamos a nos surpreender em cada canto em direção à Piazza San Marco, passando pela ponte de Rialto, paragens obrigatórias nesta cidade imensamente romântica.
No almoço paramos numa lanchonete e experimentamos a tradicional ciabatta com presunto, rúcula e queijo feta, com o preço de 6 euros. Não andamos de gôndola, cujo o preço dos passeios variava entre 80 e 100 euros, uma vez que o objetivo da viagem era economizar ao máximo. Pela uma da tarde, chegamos à praça São Marcos com edifícios de uma beleza muito particular, entre os quais a basílica onde não podemos entrar pela falta de roupas "apropriadas" - Dica: em toda a Itália, para entrar em Igrejas ou similares é preciso estar com roupas sem decotes e além dos joelhos.
ACESSE O VÍDEO: PERDIDOS EM VENEZA
Metros adiante, à beira-mar, uma paisagem idílica e refrescante, onde conseguíamos avistar as outras ilhas, que só é possível chegar de barco, esses faziam a travessia de diferentes formas e tamanhos. No caminho de volta a estação, novas casinhas coloridas, canais apertados, pracetas, correntes de vento quente suave, gôndolas e gondoleiros, lojas de grife, pequenas igrejas e museus.
Com os olhos transbordantes de Veneza, saímos à hora marcada, novamente no trem gelado rumo à cidade vermelha onde estávamos hospedados. Chegamos por volta das 21h00, já com o jantar à nossa espera, três pizzas médias para quatro pessoas por 23 euros. Depois disso nos deitamos mortos de cansaço.





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